Atividades da ASES Jovem - 2007
Neste ano, um novo logotipo foi criado!
Associados efetivos da ASES Jovem em 2007:

Primeira Diretoria Executiva:
Presidente - Martin Schwellberger Barbosa; Vice-Presidente: Laura de Oliveira Cruz; Diretora de Secretaria - Luísa Dentello e Silva; Diretor de Secretaria Ajdunto - Ricardo de Freitas Gesuatto; Diretor Social - Lucas Finamor; Diretor de Comunicação: Gabriel Silva Costa; Diretora de Eventos: Amanda M. Oliveira Andrade.
Assessores: Alice Gauto de Moraes, Elení Ribeiro Leite, Gabriela Furtado Olivotto, Laís A. Naliatti, Anderson Ricardo Franco Batista, Gabriela Bariani Colicigno, Mayara Pereira, Carla Franciéli O. Machado, Ana Paula Latorre Diey.

OBS.: Jovens que, em 2007, participaram de algumas reuniões, mas, por motivos diversos, não puderam continuar participando das atividades da ASES Jovem:
Reinaldo Amaral, Renan Luis Prado Ferreira, Gianluca Loyolla Montanari Leme, Juliana Simões Carra, Carolina Mendes Amzalak, Gabriel Francisco da Silva, Fernanda Lourenço Magdaleno, Carla Marieli de Oliveira, Guilherme Augusto Rossatto, Eduardo André Mimessi, Jacqueline Stephanie Mori, Paula Sacrini, Luiza Sacrini, Rodrigo Yukio Tanaka, Thaís Toricelli.

Em 2007, foram muitas as atividades da ASES Jovem!

Iniciamos o ano com
Poesias e Prosas Experimentais, escritas, coletivamente, nas reuniões das quartas-feiras, na sede da ASES:
Colorir o mundo

Faço tudo mudar
A vida se inventa
E é descoberta
A cada instante, num piscar de olhos
Uma nova situação, uma nova experiência
Com apenas um lápis e uma folha
Faço tudo mudar.
Escrevo o que penso e sinto
Falo com sinceridade
A voz do coração traduzida em símbolos
Assim, posso fazer o mundo mudar como eu quero
Faço o sonho se realizar
Realizar o surreal, imprimir minhas emoções nas nuvens
Colorir o mundo conforme minhas emoções.


O sol quente da manhã

Quando o sol quente da manhã
Bater em minha janela e me acordar
Vou levantar as persianas dos meus olhos,
Em um passe de magia
Transformarei o mundo ao meu redor
Junto de você,
Iremos criar o mundo
Florido, cheio de sentidos e caminhos.
Quando o sol quente da manhã
Bater em minha vida e me alegrar
Eu juro, que vou mudar
Ser o sonho e a poesia
Ser a paz e a harmonia
Do ser humano a teoria:
Viver, viver sem pensar
Que o seu destino é o meu!


Céu

Em um dia nublado, estava eu, na janela do meu quarto, imaginando como seria se o céu não fosse azul. Fico horas e horas a pensar e repensar, e ninguém me tira uma idéia da cabeça...
E se o céu não existisse? Como seriam as minhas manhãs, ao abrir a janela e não ver nada, apenas o preto? E se o preto também não existisse, o que veria? Ainda bem que ele está ali, com toda a sua imensidão e simplicidade, passando para nós alegria, tranqüilidade, desejos...
É... ainda bem que o céu existe. Porque senão, o que mais me faria me perder em longos pensamentos? Que outra beleza me inspiraria tanto? Se o céu não existisse, será que os pássaros voariam tão alto?
É tudo fruto de um pensador. Eu tenho certeza! Não vejo outra possibilidade. Mas qual a razão de tudo existir? Disseram-me para não questionar a vontade de superiores. Mas eu resisto a esse calar.
Minha curiosidade, ou o ímpeto que vem dela, superou o que me foi dito. Não posso me satisfazer com a explicação empírica. Explicação, não, argumento quando se desconhece algum fenômeno ou hipótese. E foi assim que, com o passar do tempo, me tornei um conceituado astrofísico. A resposta para aquele questionamento de infância ainda não encontrei, mas agora possuo meios de encontrá-la, sem ser contido pelo medo.


Recomeço

Certo dia, estava ele pensando no destino da humanidade, o qual sinceramente achava que não existia. Observou, em seus pensamentos, a auto-destruição que o homem se inflige, não apenas destruindo o mundo, palco de sua vida, como a própria sociedade, com ações imorais.
Ele não se sentia parte deste grupo, mas o que poderia fazer? Fugir talvez fosse a solução. Mas, e se tudo recomeçasse? Se desligar do mundo, quisera ele conseguir. Rir, como tantos riam, amar como tantos amavam, mas como?
O que conseguiu ver era apenas uma luz que ofuscava sua visão e não o permitia ver as cores. Estava num vazio, e podia apenas sentir que não havia sentido.
Ele realmente queria mudar. Ele não agüentava mais. Tinha preguiça de viver, preguiça de aturar o que havia lá fora para aturar. Aturar o mundo.
Enquanto olhava seus olhos escuros no espelho do seu quarto, ouvia batidas na porta. Era hora de ir para a escola. Era hora de um novo dia. Era hora de um recomeço!


Mudar ou não mudar?

Uma decisão importante; em pouco tempo. Mudar ou não mudar? Tudo depende de um certo desempenho. Tudo muito vago, tudo muito confuso. Nenhum dos lados é atraente, mas o meio termo é um completo inferno, com mares de lágrimas, línguas em fogo. Como é estranha a imaginação humana. Terrivelmente assustadora e também agradavelmente ampla e acolhedora. E voltamos à questão, mudar ou não mudar?
Ser ou não ser? Fugir ou não fugir? Pensar ou não pensar? Ouvir ou não ouvir? Criar ou não criar? Não sei! Mas algo não me sai da memória: mudar ou não mudar?
Uma decisão realmente importante, a vida nos coloca sempre em um ponto onde temos que abrir mão...
Claro que tenho que mudar, mudar faz parte da vida, mudar é vida, e vida é mudar. Mudanças trazem consigo a alegria do novo e o medo do desconhecido. Não mude! Ou mude?
Meu jovem, por favor, entenda. Não mude a vontade humana de mudar. Mude aqueles que se contentam em ouvir sempre a mesma música, mude quem dança o mesmo passo todos os sábados à noite. Mas, mesmo assim, nunca mude a sua dúvida de mudar ou não mudar.